quarta-feira, 8 de maio de 2013

As'as p/ Ícaro


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Vou-me por aí
Trilhando caminhos, meus caminho
Me auto-plágio-combinando
Vivendo ao contrário do tempo
Pensando... passando...
Vou-me por aí
Criança louca perdida no mundo
Jogando cartas numa mesa qualquer
Bebendo... esperando...
Olhando o tempo passar
Passando... passando em nossos
Pensamentos.


PENSAMENTOS Q ARDEM
PENSAMENTOS Q VAGUE!AM
POR M!M
POR F!M
POR  A!
NU FR!O VAD!O
ME DEPARO VAZ!O
NU DEGELO D'AMPL!DAO
.

duro é amaR

saber que amar É
mais do que sexO
no sexO
amar é sentir  o outrO
na mentE
sementE
do viveR
eternecer o que sejA
sofreR
por quereR
sexo por sexO
é só o climaX
do corpo na mentE
dormentE
do sentiR
sem ti !

JA Q SOL BRAS!LE!RO
Y A DOR
!NVADEM!M
DERREPENTEMENTE
O PLANTO ENORME
DO MEU REPENTE. . . 
DE SOL A SOL
DESÇO-ME VAD!O
POR C!MA DAS TUAS
NUAS CURVAS
DE CHUVA A CHUVA
CHORO 1 CHORO
SEM F!M
DE FEL!C!DADE
ETER SER
AQUELE TAL BELO
ETERNO CARNAVAL
Y A! Q SARDADE
RETADA
Q QUEBRADA
DA R!BE!RA
Q QUEBRANTO DE RE!ZADO
QUARTAS FE!RAS
"!NGRATAS"
VENS Y DEMORES A CHEGAR. . . .

Ver, olhar, o mundo em si,
Desmoronar num rap, num frevo,
Num verso a procura de um samba
num verso a procura da poesia nossa
                            [de cada dia-a-dia.

Ver, olhar 
O Futuro chegar e nos calar
Ver, olhar, nossa terra
Cegar e ao mesmo tempo silenciar.

O VERSO E L!VRE
A V!DA !M!TA O V!DEO
O V!DEOTAPE E 1 TAPA DE ANTE-MAO
E 1 TAMPA-V!SAO
A V!DA NAO E BELA SEMPRE
AS VEZES A MAQU!AGEM
E K!LOMBAMAN!A
QU!XOTESCAMENTE PESADA
PREGO O VERSO AO SEXO
DO DESARMAMENTO
DE ANTEMAO
TE VEJO SORR!NDO EM + 1 D!A DE DOM!NGO
Y !SSO ME LEMBRA
UMA CANÇAO. . .
V!DA CANÇAO
VEJA ESSA CANÇAO
BEBA ESSA CANÇAO
POS-NOS
V!DA-!MAG!NAÇAO
!
!
!

imagem e açãO
se perdeM
nA
navegaçãO
nave negaçãO
do seR
sem quereR
querendo, sofrendO
na escuridãO
da vidA
em vidA
negação.

A NAU-NAUFRAGANDO
NA PALMA DA MAO
A MESMA MAO
POSTA AO LADO DA MESA
ALUC!NAÇAO
MAO NA MASSA
MASSA DO PAO
MESA MAO
MESMA-MAO
Q DA-A-BENÇAO
Q T! AFAGA COMPREENÇAO
.

.
.
.
PERDAO
.
.
.

PE
PERDER
DAO

AÇAO

A DANÇA
Q ESPALHA O CONCRETO
FORNESCE AO FORNO O !NCEND!O
!NCENDE!AM A C!DADE O VERSO C!DADAO
!
!
!

Tudo isso só é possível
Porque estamos todos aqui
& preferimos isso aqui
A escolher outras coisas
Tudo isso é possível
Porque podemos escolher outras coisas
Dentre tantas outras coisas
Estarmos todos aqui
Estarmos todos aqui e ainda assim
Podermos sonhar
& queremos sonhar
Continuar a andar nesse chão
Rastejar por essas terras
De vinhetas e vitrolas
Cumprindo um destino que
A nada se destina
Apenas continua
Sim... apenas continua
Em cada rosto
O resto, o gesto de que
                     [ já partiu
Saiu de cena para depois voltar
Triunfar... sem se quer acordar.

se estamos aquI
algo terá por viR
se sentindo foR
saberá, saberemoS
nada vale a vidA
na vidA
se não for nO
sentiR
sentir a ti  mesmO
não estaremos aquI
falta o que ?
é só viveR
ver com a mentE
sentir com os olhoS
no lá, lamentO
do sentir que seM
sentir É
eter (na) mente. 

VEJO V!R NO GALOPE DO TEMPO
+ 1 AMBULANTE NAC!ONAL 
POR A! PELAS RUAS Q ANDE!
ASAS DE !CAROS POR 1 F!M
.



-J. MARCELO BARBOSA
-EDIMILSON CELSON
-c.p.b.p.jr:




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