quinta-feira, 8 de outubro de 2020
#MESAdePOESIA
#MESAdePOESIA (o acaso nos livra do descaso)
Prefácio/posfácio:D.Everson/D.Rebelo/Bruxana/O Despoeta.
-Sei que era meado(s) de dois mil e catorze, o local onde ‘tava’ residindo, era um apartamento no engenho do “medo” ao lado da reitoria da UFPE. Residia com o músico “Anjinho”, o cibernauta das caruaras Walber e outro ser ‘desestudante’ que não lembro mais por causa da minha parca memória. Sei que fizera alguns recitais nesse cômodo entre outras confraternizações com alguns amigos das artes, ‘pariceiros’ poetas e/ou companheiros de bicadas filosóficas ou de resistência acadêmica, entre outras ‘canalharias’... E em uma dessas recebo a presença/visita do multiartista Jimmy Marcone e da biblioteconomista Daiane Rebelo no seu lindo vestido vermelho. E talvez nessa mesma fora que surgira a ideia inicial de bolarmos a ‘pariceria’ de um livro ‘(co)junto’ feito em mesas de bares. A dinâmica desse projeto sofrera no seu galope do tempo vários entraves e mudanças... A priori seria ‘porresias’ construídas a quatro mãos durante os encontros ‘Étí(li)cos’... ‘A posteriori’ o projeto: “O Acaso Nos Livra do Descaso”, ganhou outros rumos, uma ou outra desistência/sepultamento/arquivamento: morte-vida e ressurreição... Agora nesse período de inquietante-quarentena, reconvoquei Mr. Jimmy (e) vamos pôr mãos à obra novamente. E ‘antihumildementefalando’ este é o resultado: dez poemas solos desses indivíduos poetas e cinco concretamente construídos em uma ‘pariceria’ a distância e não presentemente como seria em tempos outros. São textos de 2014 – 2020 revisados/talhados ou lapidados de acordo com o húmus e o humor desses estranhos dias de lutas e glorias sem Fé, Lei e/ou Reis!
-Prevíamos coisas de um mundo distante quando estávamos em 2014, agora seis anos à frente retomamos um episódio do Acaso, mas não por acaso, fizemos agora um retorno a um mundo já distante, inexistente se não fossem pelos poemas que foram deixados naquela época e eclodidos em meio a uma pandemia (que já aguardávamos por uma situação caótica que estaria por vir abrindo este novo século). Os poemas foram escritos dentro de processos vividos que eu buscava uma forma de haver maneiras pela qual após o projeto pronto (o livro) sentaríamos numa mesa para de forma etilicamente, comentarmos as fases e os processos dos escritos, pois são textos que metamorfoseei nas minhas andanças pela cidade do Recife assim como das sensações abduzidas pelas situações gravíssimas de incontinência mental. Esta obra passou por quatro HD’s, perdi trabalhos acadêmicos num vórtice do acaso que me atingiram seriamente em meio a um caos nessas últimas fases ‘meio fezes’ que me permitiu aceitar o ‘descaso’ das condições adversas para com o bicho humano. Aproveitei a prisão, solidão e sumiço de quase dez anos de mim numa cidade dicotomicamente cheia ao mesmo tempo vazia. Lambi as ruas, senti os cheiros, escorreguei em bueiros, utilizei as tubulações para jogar dentro dessa obra canalizando o que sobreviveu de alguns anos e circunstâncias. Célio Lima é um expoente de uma época ainda muito mais anterior a este projeto, é de uma região interiorana conterrânea que o acaso nos direcionou na transição dos séculos à dividirmos até hoje cenários poético/artísticos/culturais e agora este livro, assim como as degustações recifenses dentre elas alcovas, buracos e mesas num universo literário, ficcional e realístico. Aqui estamos nós, confrontando o Acaso, perfurando o tempo, agindo como um vírus-marginal atacando o sistema imunológico das impossibilidades politico-sociais, como traças-anarquistas corroendo as páginas negacionistas das desigualdades sociais tão impeditivas a produção e disseminação do livro, leitura e literatura.
(Célio Lima/Jimmy Marcone)
https://clubedeautores.com.br/livro/mesadepoesia
sábado, 26 de setembro de 2020
LANÇAMENTO
LANÇAMENTO: #opoetanasombrade1984
VENDAS:
-CLUBE DE AUTORES: https://clubedeautores.com.br
-COLETIVO FDP: coletivofdp@yahoo.com
-Célio Lima: (81) 99560-2019
-Akitudo Bezerros: :(81) 3728-5257
-Labart (Bistrô do Matuto): instagram.com/marconejimmy
+55 81 9651-8363
Novo Livro do "Matuto Cibernético"(Célio Lima) "...O POETA MATUTO MARGINAL NA SOMBRA DE 1984..." art: Jimmy Marcone, pré/posfacio: Carlos Lima/D. Everson. https://clubedeautores.com.br/.../o-poeta-matuto-marg-nal
quinta-feira, 27 de agosto de 2020
#opoetanasombrade1984
Pré-venda do livro: ...O POETA...NA SOMBRA DE 1984...
https://www.facebook.com/events/4242887219116113
sábado, 22 de agosto de 2020
segunda-feira, 20 de julho de 2020
Café com Fibra ótica - Célio Lima (PHILOPOETA)
-Café com Fibra ótica é um perfil para bater papo sobre arte e cultura (lives). Mediação de Daniel Andrade, Diego Nogueira e Naldinho Braga.
bit.ly/cafecomfibraotica
-Célio Lima (PHILOPOETA) nasceu em Bezerros, cidade interiorana situada no Agreste Pernambucano em 1981. Licenciado em filosofia pela UFPE (2016). É filósofo por natureza, anarquista por vontade de potência e poeta por diversão. Membro fundador dos movimentos literanacos: A Sociedade dos Filhos da Pátria e O Coletivo FDP. Ativista/produtor cultural e pesquisador. https://clubedeautores.com.br/livros/autores/celio-lima
terça-feira, 14 de julho de 2020
(Aos Pariceiros Poetas)
10 CâNTICOS às SAúVAS
BÔNUS: Essa porresia "...seis..." que encerra esse livro (que se encontra nos formatos físico/ebook/epub no site: https://clubedeautores.com.br/livro/10-canticos-as-sauvas), faz parte de um projeto inspirado e transpirado na obras de George Orwell/Michael Radford e estará presente no próximo livro: O Poeta Matuto Marginal na Sombra de 1984. ENFIM. Agradecimentos aos pariceiros que me inspiraram/transpiraram os versos rudes desses Cânticos às Saúvas. E aos outros pariceiros que in/diretamente fizeram/incentivaram a confecção dessa (e da's outra's) edição com suas artes/correções/pré/posfacio, toques entre outros retoques: Porra Zizo; Fred Caju - Castanha Mecânica; Clube de Autores; Pu(e)ta Macarrão; Severino Pedro; Lunas Costa - Bistrô do Matuto e Edna Alby.
https://clubedeautores.com.br/livros/autores/celio-lima
terça-feira, 30 de junho de 2020
10 CâNTICOS às SAúVAS (Aos Pariceiros Poetas)
Nos 10 CANTOS ÀS SAÚVAS - Aos pariceiros poetas, sentimos que tu filo-poeta reinas no sauveiro e tu nos mostra que cada saúva operária tem uma função específica como no sauveiro de nossas terras cinza ou barros vermelho do agreste, seja cavando túneis e arejando a terra quase que irrespirável de tantas ideias retrógradas e opressoras, seja cortando as folhas daninhas da falta de conhecimento, levando para dentro das câmaras do sauveiro úmidas pelo suor, lágrimas e vinho e transformando elas em papel para a poesia que nos alimenta. E depois dos esclarecimentos "vomitados" (...) eu reli e pude pensar sobre outra ótica tudo o que divagava minha cabeça (...) Eu vi palavras coloridas e formas neo(n)filadas: Resistência Pacífica. Loucura Temporária.
Matutos e Malungos. Poetas Suicidas e dos Xaxados... Saudades e velhas brigas passadas. E meu riso veio frouxo: Poeta Luso Cangaceiro? Mas... "Ainda verei sorrir o mundo em um abraço..."
Me fez enxergar o óbvio: Jamais seria um tratado sobre despedidas.
É um encontro. Um reencontro. E Célio Lima, nessa caminhada poética todos os malditos te acompanham (...) Tu também mereces todas essas Saúvas. (LUNAS COSTA / DINHA LOVE): https://clubedeautores.com.br/livro/10-canticos-as-sauvas
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